Na quarta-feira também tem aula de Física :P
De uma torneira caem gotas, do céu cai a chuva e dos olhos de Érika caiam as lágrimas.
Lágrimas de extrema alegria, pelos acontecimentos, realizações.
A felicidade está nos detalhes - de uma amizade, a qual Érika se dedicou totalmente.
Ela tinha um amigo gay, o Raul. Eles se divertiam justos. A amizade era colorida e inabalável, até o surgimento de Alejandro.
Com o surgimento dele, Raul só tinha tempo para idolatrá-lo. Tudo era Alejandro. Érika sentiu-se sozinha, perdida. A opção sexual do amigo nunca havia atrapalhado a amizade deles.
Até que tudo mudou. Alejandro introduziu Raul no mundo das drogas.
Raul, em uma de suas “bad trips” atirou uma faca em Érika, no entanto atingiu alejandro diretamente na testa, perfurando o frontal e atingindo o cérebro.
Alejandro soltou um grito de dor e caiu sobre os pés de Érika. O sangue escorria pelo chão, sujando a sala da casa.
Ele desesperou-se, não tinha noção da proporção de seus atos falhos e do ocorrido.
Após atendimento médico, foi constatado que Alejandro teve amnésia aguda. Não lembrava de mais anda, apagou tudo.
Ao acordar no hospital reparou naqueles olhos azuis, cabelos longos, pele delicada..não conhecia nada mais bonito, sua segunda primeira lembrança era deslumbrante.
Raul correu ao seu encontro, feliz por seu amigo estar vivo. Mas, Alejandro parecia hipnotizado por Érika, não via mais nada a seu redor.
Então, a polícia chega ao quarto do hospital para investigar o ocorrido. Érika se desespera, tenta inventar uma historia para livrar seu amigo da prisão, mas o policial não se convence, e, então Raul é levado pelo policial.
Sozinho na cela, ele reflete sobre sua cronologia de vida, rasga os lençóis da sua cama, trança-os, amarra no gancho do canto da cela e enlaça.
Com o lençol no pescoço, sobre numa cadeira, e, sua vida toda passa como um flash em sua mente.
A cadeira cai, o laço se aperta e mais nada importa- apenas o som na cela, de uma torneira que caem gotas...
FIM
Créditos: Alisson, Alessandra, Arthur, Carol e Michele :D sem vcs, as aulas e o blog não seriam os mesmos!
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quarta-feira, 5 de maio de 2010
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Do ócio à criatividade
Aula de Física útil e agradável, colegas dispostos a soltarem suas palavras numa folha de papel. O resultado tá aí:
Luíza
pequena
queria um
marujo tranqueira
mas de bom coração para poder se divertir
É uma pena que o marujo estava com a perna quebrada e não pode casar-se com a princesa Alice.
Nada mais seria perfeito na casinha de bonecas...
Pra ela o tempo passou, mas o marujo continuou ali, imóvel, inquieto e tão frio. Mas ele não contava com a astúcia de Alice, que quando surgiu oportunidade aproveitou e chamou a amiga Rapunzel para um papo e falar sobre a relação com o marujo coxo.
Será que tudo na vida dos dois seria de altos e baixos?
Talves tudo seja devaneios de sua mente e princípios de loucura. Poderia ser, mas algo como lágrimas solitárias escorriam sobre o rosto de Alice.
Lágrimas que caíam ao lembrar do passado, toda aquela nostalgia.. Havia incertezas de que aquela era a vida que sonhara. A depressão do momento seria devido a ausência de amor verdadeiro? Ou seria devido a impossibilidade da realização de um sonho?
Sonhos?
O marujo estava ali, tão perto e também tão longe dela.
Seis horas. Chegara a hora de deixar o marujo, a amiga Rapunzel e o sentimentalismo no texto da peça de teatro e assumir sua verdadeira identidade- apesar de a vida real misturar-se com a ficção.
Atriz talentosa e bem sucedida, mas, infeliz no amor.
Sonhava com aquele marinheiro que ficou naquele porto..
Ela fez sua escolha, preferiu ela á ele.
Precisava continuar sua rotina e esquecer o marujo. Porém, não conseguia continuar sua vida. Passava dias e noites imaginando como seria a vida com o marujo w foi se perdendo em seus pensamentos, chegando a beira da insanidade.
Ficção e realidade. Ela estava cada dia mais confusa. Tudo tão semelhante e ela temia tanto isso...
Realidade e ficção misturadas, mas se a ficção se concretizasse o fim seria inevitável.
Porque não viver nos sonhos? Acreditar que o melhor pode sempre acontecer, que o marujo estaria ali quando precisasse de ombros fortes para suportar o peso da realidade.
FIM
Créditos: Michele, Alisson e Carol, que participaram com muita criatividade :D
e aos outros colegas, pela ânsia em ler nosso primeiro texto!
Luíza
pequena
queria um
marujo tranqueira
mas de bom coração para poder se divertir
É uma pena que o marujo estava com a perna quebrada e não pode casar-se com a princesa Alice.
Nada mais seria perfeito na casinha de bonecas...
Pra ela o tempo passou, mas o marujo continuou ali, imóvel, inquieto e tão frio. Mas ele não contava com a astúcia de Alice, que quando surgiu oportunidade aproveitou e chamou a amiga Rapunzel para um papo e falar sobre a relação com o marujo coxo.
Será que tudo na vida dos dois seria de altos e baixos?
Talves tudo seja devaneios de sua mente e princípios de loucura. Poderia ser, mas algo como lágrimas solitárias escorriam sobre o rosto de Alice.
Lágrimas que caíam ao lembrar do passado, toda aquela nostalgia.. Havia incertezas de que aquela era a vida que sonhara. A depressão do momento seria devido a ausência de amor verdadeiro? Ou seria devido a impossibilidade da realização de um sonho?
Sonhos?
O marujo estava ali, tão perto e também tão longe dela.
Seis horas. Chegara a hora de deixar o marujo, a amiga Rapunzel e o sentimentalismo no texto da peça de teatro e assumir sua verdadeira identidade- apesar de a vida real misturar-se com a ficção.
Atriz talentosa e bem sucedida, mas, infeliz no amor.
Sonhava com aquele marinheiro que ficou naquele porto..
Ela fez sua escolha, preferiu ela á ele.
Precisava continuar sua rotina e esquecer o marujo. Porém, não conseguia continuar sua vida. Passava dias e noites imaginando como seria a vida com o marujo w foi se perdendo em seus pensamentos, chegando a beira da insanidade.
Ficção e realidade. Ela estava cada dia mais confusa. Tudo tão semelhante e ela temia tanto isso...
Realidade e ficção misturadas, mas se a ficção se concretizasse o fim seria inevitável.
Porque não viver nos sonhos? Acreditar que o melhor pode sempre acontecer, que o marujo estaria ali quando precisasse de ombros fortes para suportar o peso da realidade.
FIM
Créditos: Michele, Alisson e Carol, que participaram com muita criatividade :D
e aos outros colegas, pela ânsia em ler nosso primeiro texto!
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